tinha muito tempo que ninguem colocava nada de novo nesse blog ..dae..inspirado por um espírto obsessor me veio a idéa de começar mais uma daquelas polemicas que..logo no inicio do site ...fazia parte frequentemente da ocupação dos frequentadores. Vamos fazer uma votação... quem consegue ser o pior prefeito de Iúna...(?) A - Lino Gracinha
B - Rogério Cruz Credo
C - Edim do Banco "primeiro ministro"
D - Gugu dada Vinand
E - Herivelto Faria ( até porque se não fez agora não faz mais)
taê algo novo nesse brogui...
se processar eu ..alego que eh o espirito obsessor...
Boa votação
segunda-feira, 31 de outubro de 2005
CAlor e Frio
o clima em iúna tem estado uma doidera.... semana passada parecia que ia morre todo mundo de tanto calor, agora num pára de chover, e tá até fazendo frio!!!!
quinta-feira, 20 de outubro de 2005
A quem interessa o desarmamento civil?

por Túlio Vianna
O eleitor brasileiro será questionado por meio de referendo se “o comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil”. Para votar com consciência, é importante que o eleitor reflita sobre os interesses que estão por trás do desarmamento. Como meus leitores são muito heterogêneos e não quero desapontar nenhum deles, relacionei abaixo minhas sugestões de votos para o referendo de acordo com os interesses de 4 grupos possíveis de (e)leitores.O primeiro e mais visível interesse que está em jogo neste referendo é o da indústria armamentista. É claro que não se cogita aqui de interesses “menores” na lógica capitalista de mercado como segurança pública, paz social, integridade física ou outras abstrações do gênero. Tudo que interessa a uma empresa de sucesso é o lucro. As guerras, a criminalização das drogas e a violência urbana movimentam a economia e geram empregos. O que são algumas mortes, pelo bem do Brasil?
Conclusão 1: O desarmamento não interessa à indústria armamentista que terá prejuízos econômicos com a nova lei. Recomenda-se, pois, aos empresários do setor votarem “NÃO” no referendo e investirem dinheiro em campanhas publicitárias contra o desarmamento civil, bem como plantarem matérias pagas em jornais e revistas de grande circulação no Brasil. Se o principal interessado no referendo é quem fabrica e vende armas, é natural concluir que o segundo maior interessado é quem as compra. No Brasil, costuma-se distinguir estes consumidores em dois grandes grupos: os “cidadãos-de-bem” e os “marginais”. A diferença fundamental entre eles é que os “marginais” compram armas na clandestinidade para praticarem crimes e os “cidadãos-de-bem” as compram com registro para deles se defenderem.O “cidadão-de-bem” é, por definição, “do bem”, o que, em uma sociedade de classe, objetivamente quer dizer que ele é rico. Sendo rico, tem reputação ilibada e pode arcar com as taxas de registro para a aquisição legal de uma arma. Sendo “do bem” não usa sua arma para matar, mas para se defender. Divide-se em vários subgrupos:1)“cidadão-de-bem-que-perdeu-a-cabeça-após-uma-discussão”: é um espécime comum nas grandes metrópoles. Usa sua arma adquirida legalmente tão-somente para a sua defesa pessoal, exceto quando se envolve em discussões acaloradas, como por exemplo, brigas de trânsito. Não pratica homicídios, mas vive momentos infelizes que terminam em fatalidade. Tudo seria diferente se não mantivesse um revólver municiado no porta-luvas de seu veículo para se defender de “marginais”.2)"cidadão-de-bem-que-perdeu-a-cabeça-após-descobrir-que- a-mulher-o-estava-traindo”: é outro espécime que adquire armas tão-somente para a defesa de sua vida e de sua família. Normalmente é bastante dócil, mas pode se tornar agressivo quando descobre que sua esposa está tendo um caso com o Ricardão. Ainda que porventura mate sua mulher, seus filhos e em seguida se suicide é apenas um “homem-honrado-que-perdeu-a-cabeça-em-um-momento-difícil”. Não fosse a arma de fogo talvez tivesse somente espancado a mulher ou, no máximo tentado matá-la com uma faca. Como tem bom coração, se visse o sangue de sua amada escorrendo em suas mãos, certamente se arrependeria e a levaria ao hospital mais próximo a tempo de evitar o desfecho fatal.3)"cidadão-de-bem-que-defende-a-sua-propriedade-de-sem-terras”: é um espécime de “cidadão-de-bem” que habita áreas rurais. Não é propriamente pacífico, mas só age quando injustamente provocado e nunca mata outros “cidadãos-de-bem”, mas apenas “marginais-comunistas-do-MST” que tentam injustamente invadir suas terras.4)"cidadão-de-bem-descuidado”: é um espécime tão pacífico que comprou sua arma para se defender, mas até esqueceu que ela existia. Foi encontrada casualmente por seu filho de 7 anos que a disparou por brincadeira contra o coleguinha que fora passar a tarde em sua casa. Estavam brincando de mocinho e bandido. A criança que disparou interpretava o mocinho, ou seja, um “cidadão-de-bem”.5)"cidadão-de-bem-que-quase-conseguiu-evitar-um-crime”: espécime em extinção que vem sendo cruelmente dizimada por seu principal predador: o “marginal-que-só-queria-roubar-mas-a-vítima-reagiu -e-lhe-obrigou-a-matá-la”. Os filhotes aprendem desde a infância a não acreditarem na polícia, através de desenhos animados nos quais são sempre os super-heróis que capturam os bandidos. Na idade adulta, procuram se armar e aguardar o dia em que poderão surpreender seus agressores e exercerem seu direito à legítima defesa. Infelizmente seus predadores têm hábitos noturnos, agem geralmente em duplas ou em bandos e atacam sorrateiramente nossos candidatos a heróis, que raramente podem esboçar qualquer defesa. Muita vez são mortos com suas próprias armas legalmente adquiridas e que no dia seguinte abastecerão o mercado paralelo dos “marginais”.O desarmamento interessa ao “cidadão-de-bem”. Não àqueles com suficiente controle emocional para não atirar durante brigas de trânsito, traições conjugais e invasões de terra. Não àqueles responsáveis e cautelosos que guardam suas armas desmuniciadas e em locais de difícil acesso, longe do alcance das crianças, mesmo que para isso percam preciosos minutos para alcançá-las em situações de emergência, quando sua residência estiver sendo invadida por um, dois ou um bando de “marginais”. O desarmamento só interessa ao “cidadão-de-bem” que se reconhece como ser-humano sujeito a falhas e incapaz de superar o elemento surpresa, principalmente quando explorado por mais de um “marginal”.
Conclusão 2: Se você é “cidadão-de-bem”, mas também é humano e, portanto, sujeito a falhas, recomenda-se votar “SIM” ao desarmamento civil. O segundo grupo de consumidores de armas cujo interesse no referendo é evidente é o dos “marginais”. Ao contrário dos “cidadãos-de-bem”, os marginais não são classificados em grupos. São todos iguais. Pobres, pretos e putos. Não temem as armas da polícia, não temem as armas dos traficantes rivais, não temem as armas dos grupos de extermínio. Só temem as armas dos “cidadãos-de-bem”.Resistem a tiros às prisões, trocam tiros com outros traficantes na defesa de seus pontos, chegam a matar policiais para roubar-lhes seus fuzis, mas temem as armas dos “cidadãos-de-bem”. Afinal, o bem sempre vence o mal.Infelizmente os marginais descobriram que a maioria dos “cidadãos-de-bem” são também seres humanos sujeitos a falhas e não possuem superpoderes. Assim, perceberam que, valendo-se do elemento surpresa e atacando em dupla ou em bandos, mesmo os “cidadãos-de-bem” poderiam ser mortos, muita vez com suas próprias armas. Aliás, nada melhor que roubar uma arma de um “cidadão-de-bem”. É por isso que “marginais” não compram armas em loja; eles as roubam de “cidadãos-de-bem”.Com o desarmamento qualquer revolverzinho 0.38 terá que ser importado ilegalmente, o que pode gerar escassez do produto mesmo no mercado paralelo. Junto com a escassez, certamente haverá aumento de preços. É possível, pois, que haja uma “involução” no espécime dos “marginais” e muitos deles voltem a atacar com facas e outros instrumentos primitivos, tornando-se presas fáceis até mesmo de simples lutadores de jiu-jítsu.
Conclusão 3: Com o desarmamento dos “cidadãos-de-bem” haverá escassez de armas no mercado paralelo, antes parcialmente abastecido por armas roubadas de “cidadãos-de-bem”. Com a diminuição da oferta, o preço das armas tende a aumentar. Se você é marginal, recomenda-se, pois, votar “NÃO” ao desarmamento civil. Por fim, mas não menos importante, o desarmamento interessa a quem não é fabricante ou comerciante de armas e não deseja adquirir ou portar uma arma, seja legalmente ou ilegalmente. Em suma: à maior parte da população; às vítimas não só dos marginais, mas também dos “cidadãos-de-bem” em momentos infelizes; àqueles que se sentem mal somente com a proximidade de uma arma de fogo, seja na mão de marginais, “cidadãos-de-bem” ou mesmo da polícia.
Conclusão 4: Não há qualquer diferença entre ser morto por um tiro de um “cidadão-de-bem” ou de um marginal. Para a maioria da população brasileira o desarmamento civil representa maior segurança pelo simples fato de menos pessoas portarem armas. Se você nunca se interessou em adquirir uma arma de fogo, recomenda-se, pois, votar “SIM” ao desarmamento civil.
Túlio Vianna é professor de Direito Penal da PUC Minas. Doutorando em Direito pela UFPR e mestre em Direito pela UFMG.
(extraído do Correio Eletrônico Revista Caros Amigos, mês de Outubro)
quarta-feira, 19 de outubro de 2005
terça-feira, 18 de outubro de 2005
Scorpions
Eu nunca pensei em ver shows internacionais de renome em Vix. Shows de merda dessas bandas hardcore acontecem em qualquer lugar pois esse tipo de banda toca a troco do ARMOÇO...Tá certo que Angra, Shaaman, Dr Sin, Krisiun e Sepultura são daqui mesmo e não podem ser considerados tão internacionais assim. O meu susto foi quando apareceu aqui o Paul Di'anno. Quem diria que o velho maiden-man tocaria aqui um dia, ainda mais com essa cena "micarética" que o ES infelizmente tem. Até aí, entende-se e compreende-se...
Qual foi minha surpresa quando em julho um amigo meu profetizou a vinda dos Scorpions...Claro que morri de rir na hora...Onde já se viu uma banda desse porte tocar aqui? Depois...Pensando com os meus botões...Fazia sentido! Afinal, Scorpions tá mais pra pop do que pra rock atualmente. Tanto que quando confirmaram, já não foi mais surpresa pra mim. Surpresa foram os 44 mil pagantes que compareceram ao show...Menos mal...
Indo agora ao dia do show....Potoim, Uli#es e suas respectivas chegaram aqui as 19h. E eu tinha ouvido dizer que desde as 16h já crescia a fila. Quando a gente saiu de casa já eram mais de 20h...Chegamos ao show era 20:30...Show nada...Chegamos à fila...E eu cagando de medo de perder o início do show (como muita gente acabou perdendo). A fila tava bizarra de grande, péssima organização do evento. O jeito então foi cortar de alguem...O Wesley Ventura tava na fila e a gente (4 pessoas duma vez) foi chegando. O Wesley deixou e talz...Mas tinha um tiozão que tava o bicho com a gente...Mas a gente deixou ele passar na frente e ele ficava olhando pra trás igual cachorro que tomou pedrada...Puto mesmo...Até que o Uli#es conseguiu cortar ainda mais na frente e nós acabamos entrando primeiro que ele...KKKKK!!!
O que posso dizer do show? Como eu esperava mesmo...Muito bom! Quando tocaram Hit between the eys eu fiquei feliz com os meus 100 conto investidos...Conforme seria normal de minha parte, potrestei nas lentas, carinhosamente chamadas por mim de horn-music. Fiz questão de ouvir Wind of change e Still loving you de costas pro palco...Mas tudo bem...Nem tudo sai da forma que quero...Rs...
To ouvindo boatos de U2 e Red Hot ano que vem...U2 eu vou...Mas Red nem graça...Abração, camaradas!
segunda-feira, 17 de outubro de 2005
sexta-feira, 7 de outubro de 2005
Orgasmo Trifásico
Não briguem comigo. Quem mandou p mim foi uma mulher
ORGASMO TRIFÁSICO,
(o sempre fabuloso) de Millôr Fernandes
Orgasmo feminino é coisa da qual as mulheres entendem muito pouco e os homens, muito menos. Pelo fato de ser uma reação endócrina que se dá sem expelir nada, não apresenta nenhuma prova evidente de que conteceu ou se foi simulado.
Orgasmo masculino não! É aquela coisa que todo mundo vê.
Deixa o maior flagrante por onde passa. Diante desse mistério, as investigações continuam e muitas pesquisas são feitas e centenas de livros escritos para esclarecer este gostoso e excitante assunto. Acompanho de perto, aliás, juntinho, este latejante tema.
Vi, outro dia, no programa do Jô Soares, uma sexóloga sergipana dando uma entrevista sobre orgasmo feminino. A mulher, que mais parecia a gerente comercial da Walita, falava do corpo como quem apresenta o desempenho de uma nova cafeteira doméstica. Apresentou uma pesquisa que foi feita nos Estados Uni! dos para medir a descarga elétrica emitida pela "Periquita" na hora do orgasmo, e chegou à incrível conclusão de que, na hora "H", a "perseguida" dispara uma descarga de 250.000 microvolts. Ou seja, cinco "pererecas" juntas ligadas na hora do "aimeudeus!" seriam suficientes para acender uma lâmpada. Uma dúzia, então, é capaz de dar partida num Fusca com a bateria arriada. Uma amiga me contou que está treinando para carregar a bateria do telefone celular. Disse que gozou e, tcham, carregou.
É preciso ter cuidado porque isso não é mais "xibiu", é torradeira elétrica! E se der um curto circuito na hora de "virar o zoinho", além de vesgo, a gente sai com mal de Parkinson e com a lingüiça torrada.
Pensei: camisinha agora é pouco,tem de mandar encapar na Pirelli ou enrolar com fita isolante.
E na hora "H", não tire o tênis nem pise no chão molhado. Pode ser pior!
É recomendável, meu amigo, na hora que você for molhar o! seu "biscoito" lá na canequinha de sua namorada, perguntar: é 110 ou 220 volts?
Se não, meu xará, depois do que essa moça falou lá no Jô, pode dar "ovo frito no café da manhã."
Esse país não melhora por absoluta falta de criatividade...
São as mulheres, a solução contra o apagão
ORGASMO TRIFÁSICO,
(o sempre fabuloso) de Millôr Fernandes
Orgasmo feminino é coisa da qual as mulheres entendem muito pouco e os homens, muito menos. Pelo fato de ser uma reação endócrina que se dá sem expelir nada, não apresenta nenhuma prova evidente de que conteceu ou se foi simulado.
Orgasmo masculino não! É aquela coisa que todo mundo vê.
Deixa o maior flagrante por onde passa. Diante desse mistério, as investigações continuam e muitas pesquisas são feitas e centenas de livros escritos para esclarecer este gostoso e excitante assunto. Acompanho de perto, aliás, juntinho, este latejante tema.
Vi, outro dia, no programa do Jô Soares, uma sexóloga sergipana dando uma entrevista sobre orgasmo feminino. A mulher, que mais parecia a gerente comercial da Walita, falava do corpo como quem apresenta o desempenho de uma nova cafeteira doméstica. Apresentou uma pesquisa que foi feita nos Estados Uni! dos para medir a descarga elétrica emitida pela "Periquita" na hora do orgasmo, e chegou à incrível conclusão de que, na hora "H", a "perseguida" dispara uma descarga de 250.000 microvolts. Ou seja, cinco "pererecas" juntas ligadas na hora do "aimeudeus!" seriam suficientes para acender uma lâmpada. Uma dúzia, então, é capaz de dar partida num Fusca com a bateria arriada. Uma amiga me contou que está treinando para carregar a bateria do telefone celular. Disse que gozou e, tcham, carregou.
É preciso ter cuidado porque isso não é mais "xibiu", é torradeira elétrica! E se der um curto circuito na hora de "virar o zoinho", além de vesgo, a gente sai com mal de Parkinson e com a lingüiça torrada.
Pensei: camisinha agora é pouco,tem de mandar encapar na Pirelli ou enrolar com fita isolante.
E na hora "H", não tire o tênis nem pise no chão molhado. Pode ser pior!
É recomendável, meu amigo, na hora que você for molhar o! seu "biscoito" lá na canequinha de sua namorada, perguntar: é 110 ou 220 volts?
Se não, meu xará, depois do que essa moça falou lá no Jô, pode dar "ovo frito no café da manhã."
Esse país não melhora por absoluta falta de criatividade...
São as mulheres, a solução contra o apagão
terça-feira, 4 de outubro de 2005
Dia 14 chegando...
...Scorpions on Pope's Square...Artas zuações, gente ademais, vazano pelo ladrão...E ouvi boatos de que os ingressos acabaram-se...
See Ya!
See Ya!


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